segunda-feira, 29 de julho de 2013

VISÃO DO POETA.


 

VISÃO.

 

Que coisa linda

Você me beijando

Me abraçando

Tirando a sandália!

 

Que coisa linda

Você me amando

Me dizendo querido

Tirando o vestido!

 

Que coisa linda

Você me olhando

Se afastando

Em direção ao chuveiro!

 

Que coisa linda quando você ri!

Que coisa linda quando você fala!

Que coisa linda; você nua

Andando pela sala.

 

Jorge Vieira

 

(editada no livro do poeta Jorge Vieira em 1990)
"AINDA QUE SEJAM SÓ PALAVRAS."
 

Poeta simples tem o mesmo autografado, deste poeta simples de contidas historias e poesias em seu ámago.

 

 

 

 

POETA JORGE VIEIRA EM UM MOMENTO DE DESCONTRAÇÃO.

MARLENE E MARLI NA POESIA DO POETA SIMPLES.


        Edita-se em tom de homenagem a duas pessoas especiais na vida do simples Ruy que na infância criado pela vó materna, ainda não era conhecido pelo seu codinome adquirido na adolescência. Ruy devagar, que ao longo do tempo foi caindo no esquecimento. Alias este é o personagem que conta o romance intitulado "SUBINDO E DESCENDO, DESCENDO E SUBINDO O MORRO", obra viabilizada em fase editorial na APED. eis então MARLENE E MARLI (LILI) com carinho para vocês.



 DEVAGAR
 
  na ladeira subindo a potengi
O Devagar viveu por ali,
SEMIRAMIS, senhora sua avó
Seu SILVA senhor seu avô, envolvidos por fraterno amor.
 
Criaram ali na ladeira na rua potengi
Juntamente com as primas MARLENE  e MARLI,
Poeta de um mundo vulgar, com olhos  p’ra
Felicidade moldar.
 
Plantou para colher alegria
No seu mundo de fantasia,
que no anonimato se escondia
com medo de vislumbrar- se um dia
com a realidade  que contradizia.
 
           Hoje poeta se identifica de maneira natural sob a intuição dos concretos e abstratos não esquece do passado, que é saudoso e não faz mal.
MARLENE E MARLI, HOJE
RUY DE OLIVEIRA COSTA

quinta-feira, 18 de julho de 2013

UM POETA CHAMADO NELSON DE MORAES.

Num bate-papo informal com o compositor e poeta historiador autodidata Djalma de oliveira Costa ( Djalma Sabiá) compartilhou sua lembrança e saudosismo desta feita falando de suas origens lá do morro da Casa Branca e do Borel falando de sua mãe e da escola de samba Unidos da Tijuca, de repente ele começou a cantarolar quase recitando uma letra muito bonita cadenciada pelos ritmo dos anos 30, indagado de quem era o samba poético disse, ____ é de um dos maiores compositores que conheci chamado Nelson de Moraes, em seguida entoou outra melodia também do mesmo cacife de qualidade poética, pausou e disse,____ este maravilhoso compositor é o pai do Neneo, sobrinho do meu amigo Tatão, então foi solicitado que desse continuidade ao canto da letra então ele resolveu também recitar e poetizou de modo simples mas eloquente. segue então as letras .


  
 
 
PROCLAMAÇÃO DA REPUBLICA.
 
Dia 15 de novembro
Na praça da aclamação
Este grande patriota
Tornou em republica nossa nação.
 
Brasileiros vamos homenagear
Nesta data este grande herói
Que o nome do Brasil soube honrar
Grande guerreiro bravo marechal
Que ao lado de seus companheiros
Na hora precisa soube ser leal.
 
Do solo da nossa pátria a monarquia extinguiu
Proclamando a republica no nosso querido Brasil
Agradecemos a ele
E seus soldados a glória
Pois sem derrame de sangue
Tornou nossa causa vitoriosa.
 
Nelson de Moraes.
 
 
 
 
 
4º CENTENÁRIO DE SÃO PAULO.
 
 
São Paulo
Estado e progresso de nossa nação
Por isto merece em teu quatrocentão
Esta homenagem que aqui prestamos.
 
São Paulo
Com seus cafezais e a indústria fabril
Tu és o celeiro do nosso Brasil
São Paulo
Estado orgulho da nossa nação
Tu és cidade jardim
Terra da promissão
 
Tu és São Paulo
Estado industrial
Verdadeiro arsenal
Da nossa imensa nação
 
Salve bandeirantes lendários
Neste quarto centenário
Que desbravaram o teu sertão
Bravos fundadores
Que tem seus nomes na história
 
Salve o teu povo varonil
Orgulho do nosso Brasil
Que te criaram com lutas e glórias.
 
Nelson de Moraes.
 
 
 
 
 
 
 
 
O COMPOSITOR E POETA NELSONDE MORAES E SUA PROLE  NOS INDOS ANOS 30, SEGUNDO DJALMA SABIÁ ELE FAZ PARTE DE UMA DAS FAMILIAS QUE FUNDARAM A UNIDOS DA TIJUCA, ESTA FOTO FOI CEDIDA GENTILMENTE PELO FILHO MAIS VELHO DO POETA O MIGUEL DE MORAES.

domingo, 14 de julho de 2013

ESTE É O LUGAR!?...


              ESTE É O LUGAR


             

             Este é o lugar, pode até não ser o momento mas por qualquer juramento este é o lugar, indianistas, Pacifistas, católicos, evangelistas, candomblecistas, macumbeiros

Sim senhor, budistas, mulçumanos, viados hoje gays, etéreos, Homossexuais .

               Não  se esqueçam dos corruptos, ladrões, da justiça injusta, dos loucos, dos mendigos, da puta rica ou pobre, do nobre,

da classe alta, da classe média, dos pobres paupérrimos, pois este é o lugar e não é lugarejo. Aqui tudo se despeja, aqui tudo se agride, tudo se abraça, tudo e todos se beijam, se amam, se odeiam, tem sol, tem lua, tem gente pacata vivendo, andando na rua, tem os guerreiros, traidores, honestos, justiceiros nem sempre justos.

                  Este é o lugar que tudo tem, vivem-se mal, vivem-se bem todos querem ir para lá, muitos saem para voltar, rola a bola tem carnaval, não é o paraíso, suponho ser a ultima parada para muita gente, antes do juízo final

                Ruy de oliveira costa







Poesia  editada no livro SIMPLES (2005) .





domingo, 30 de junho de 2013

EVENTO CULTURAL DE ALTA RELEVÂNCIA.


 

RELIQUIAS  NO INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL E O CENTRO CULTURAL CARTOLA.

 

O Instituto do patrimônio Histórico e Artístico Nacional e o Centro Cultural Cartola, em evento do lançamento do caderno de depoimentos, uma edição especial da revista SAMBA, no dia 29 de junho numa cerimonia simples de apresentações espetaculares exemplificadas com a presença de Djalma Sabiá, poeta, compositor e o ultimo fundador vivo da agremiação escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, também o exímio musico instrumentista Jose de Oliveira o Zeca da Cuíca, e o poeta e compositor e musico o fantástico Nelson Mattos o Nelson Sargento, a guardiã do pavilhão da escola de samba Portela senhora Maria das Dores Alves Rodrigues agraciada na década de 30 pelo saudoso e orgulho portelense Paulo da Portela, Edeor de Paula compositor da encima da hora que compôs um dos sambas lindos da década de 70 em 1976 “OS SERTÕES”, e outras pessoas não tão menos importante, mas de mesmo quilate na prestação de serviço a cultura do samba e da musicalidade brasileira.

Poeta simples embora não domine o assunto e o meio tem em suas veias o sangue do poeta e compositor do seu velho pai Djalma sabiá e ficara embevecido e feliz com tanta história e cultura juntas ao vivo e a cores com uma simplicidade contagiante que receoso de cometer gafes controlava-se para não se manifestar efusivamente em tom de agradecimento, mas cumprimentava a todos que podia e falava com um ou outro enaltecendo grandioso trabalho.

A atmosfera do ambiente era a melhor possível a partir da entrada quando recebido por um rapaz chamado Thiago e todo pessoal do evento, que carinho! Que afabilidade!

 Bom trabalho pessoal sucesso sempre.

 

Ruy de Oliveira Costa.

 

 

Um privilégio o qual poeta simples não pode se furtar em estar ao lado destas sumidades  Djalma Sabiá e Zeca da Cuíca.

Poeta simples ao lado de uma notoriedade cultural Nelson Sargento.

sábado, 22 de junho de 2013

HOMENAGEM AO ARTISTA PLÁSTICO ANDERSON FIGUEIREDO COSTA (ANDI)


 








                              Domingo dia 16 de junho Poeta Simples foi dar um abraço muito especial no simples e humilde autodidata artista plástico Anderson Figueiredo da Costa (o Andi) ilustrador oficial das obras do Poeta Simples, este artista aniversariou nesta data junto aos seus familiares em sua humilde residência em Duque de Caxias/ Santa Cruz da Serra, onde tive o privilégio de ver alguns dos seus trabalhos.
A dificuldade de disponibilizar 
A capa do 1º livro do Poeta Simples, trabalhada pelo artista plástico ANDERSON.
tempo, devido ao trabalho em uma empresa, não consegue divulgar o seu trabalho como artista plástico, eis que o blog abre esta pequena e humilde janela para o artista esperando a manifestação de interessados em seu trabalho, visto que o mesmo aceita encomendas.
Parabéns ao ANDI, com muita paz e saúde.
A família do artista plástico ANDERSON.

Anderson em sua residencia

O amigo de longa data o escritor Luciano Prado, ANDERSON e o seu filho Kawã.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

SALVE JORGE CALÇA LARGA.


                   FLASH DO PASSADO

           

                O tempo é indefinido que testifica a mente, os flash de momentos através de seus arquivos registrados às vezes sem ordenar o passado. Assim acende a luz mental que clareia as imagens de uma comunidade, que traz saudade.

                  Vejo num domingo bacana lá  no alto do morro, chupando laranja, comendo banana a fibrar, com as pequenas glórias  da bola rolando nos pés de lindo escrete jogando as preliminares as peladas das vedetes.

              E um gordo  a gritar a beira do campo incentivos e gozações e o atleta peladeiro a ter que diblar uma rocha natural na lateral, quanta disputa, gente caindo na vala que margeava  a várzea , a trave que já não aquentava os chutes do boléo, um dia acabou caindo.

               É  Jorge Lucio , é Silas é o zé , é Orlando  e para quem não tem mané , tem bené, o canto com os Demônios da Garoa , Pedacinho do Céu, e os craques do velho Caetano e o se perder acaba se rivalizando

 

                   Muita alegria muita emoção, quem não viu no gol o Adada, Corina , Basílio e o tradicional arqueiro que escondia a bola perfeito e assim o tempo seguia cheio de restrições pois sabia que nesta poesia não caberia todas as recordações.
 
 
 
 R. O .C 26/04/04

 

                        Poeta simples em homenagem a comunidade salgueirense do morro do Salgueiro, através desta poesia que subliminarmente enaltece a memória alegre e divertida de um ícone salgueirense o Jorge Calça larga(E um gordo a gritar a beira do campo incentivos e gozações) quem conhece e viveu estes momentos citados na poesia sabe que era o Jorge, que as vezes gritava para o filho mais velho do Djalma Sabiá __ vai charazinho!  com alegria e harmonia que dava mais graça a pelada dos guris.

 
DEUS ABENÇOE A FAMILIA E QUE JORGE CALÇA LARGA VÁ SOB AS BENÇÃOS CELESTIAIS.
 
 

 

                      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sábado, 25 de maio de 2013

UM PONTO DA HISTÓRIA ONDE MORA ODÉ BERECI.


Sábado dia 25 de maio do ano corrente fui à busca de influencias da natureza, para dar ênfase à espiritualidade que paira no ar, dirigindo-me a um lugar em que Deus é determinante, tendo em vista que tal lugar se acerca de ferramentas divinas embora muitos descriminadas, ILE ASÉ OMOM OBÁ ODE KETÚ, sob a tutela digina de ODÉ BERECI, na pessoa cidadã do sr. Carlos Eduardo, a quem poeta simples na pessoa do sr. Ruy de Oliveira Costa tem um respeitoso apreço, localizado próximo ao futuro complexo cultural do museu marinheiro João Candido, situado no morro do embaixador. O Morro do Embaixador, em São João de Meriti, tem esse nome porque a antiga casa que existe no topo abrigou um embaixador de Portugal, Martinho Nobre de Melo, no século passado. Fica no bairro da Vila São José.

Assim este final de semana inicia com mini passeio que se pode incluir a casa de ODÉ BERECI, que na sua simplicidade tem a autenticidade de acentuar ainda neste local de profundas raízes da cultura afro-brasileira  parte histórica deste país.

Poeta simples curtiu neste dia com mais reverencia este  simples
 
 
 
 
 
 
 
 
 
lugar.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

MENSAGEM SUBLIMINAR


 

         AOS POUCOS O ENTENDIMENTO VIRÁ.

 
            Entre tantas e tantas reflexões, mais e mais vislumbro a imperfeição da qual faço parte, imperfeição provocada por seres viventes que destoam tudo a sua volta, demostrando total desiquilíbrio com a própria natureza se tornando protagonista do inferno em que vivem, mesmo aqueles que honestamente  ou não conseguem viver com privilégios materiais, classificados em classes sociais de renda equilibrada a rendas supervalorizadas se acercando de dispositivo de seguranças as vezes covardes para se manterem longe do inferno que ajudaram a criar.

       Tolos, se os menos  favorecidos estão ou são o inferno, as mais abastardas também estão,  é questão de tempo serem atingidos por quaisquer tipo de desiquilibrio absorvido por este globo terrestre, que pasmem aqueles que não sabem ou fingi não saber é um ser vivo, que através de permissões  do que muitos acham inacreditável nos permite aqui viver.

           O homem particularmente tem a intuição de achar que tudo é dele, ao longo do tempo se tornou criminosamente um ser possessivo, ao longo do tempo houve muitos atenuantes, mas o sentimento continua dentro de cada um, e no momento de um desiquilíbrio pequeno que seja através de anseios desejados e individualistas, pode chegar a um desiquilíbrio de proporções catastróficas, e exemplos para humanidade não faltam, hoje dizem vulgarmente principalmente no meio politico quando existem interesses altamente financeiros, que todos querem uma parte do bolo, ou seja, uma discrepância sem tamanho  quanto a dignidade irmana que a humanidade tem obrigação pacifica de desenvolver de modo transparente, sem a aflição discriminatória a qual todos se sujeitam entre si, se houver respeito tudo poderá coexistir e evoluírem para um destino de paz e harmonia.

Mas no momento o que se vê os milenares poderes das classes dominantes à base de desqualificação da educação, saúde, e ocupação a qual muitos chamam de trabalho que possa se compartilhado com todos, sem diferenciação de quem tem mais ou menos no bolso.

Por outro lado o povo menos favorecido tem que se unir tal qual faz o povo assoberbado moral e financeiramente, socialmente, para que um entenda de uma vez por todas quem tudo e todos é uma coisa só perante a natureza que os permiti viver, ainda que a maltratem, todavia o mal provém de quem faz mal.
sabemos que nada é fácil na vida humana.

Ruy de Oliveira Costa 

ATRAVES DESTA IMAGEM QUE ABRANGEM AS VITMAS DO DESIQUILIBRIO HUMANO, QUE SE IMAGINA QUERERIAM UM MUNDO MELHOR.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

VISITA AO MONUMENTO DOS PRACINHAS.


           SAI DOMINGO DIA 05/05 PARA FAZER UM PASSEIO LIVRAR-ME UM POUCO DO STRESSE DO DIA A DIA, SAINDO SEM DESTINO FUI PARAR CENTRO, ZONA SUL MAS PRECISAMENTE PROXIMO AO BAIRRO DA GLÓRIA,PERTO DA PRAIA DO FLAMENGO, AVISTEI O EVENTO SOBRE O CANCER DE MAMA, E FIZ POR ALI UMA PEQUENA E VAGAROSA CAMINHADA EM DIREÇÃO A ORLA MARITIMA E SEGUINDO EM DIREÇÃO AO MONUMENTO DOS PRACINHAS, DE ONDE SURGIU VARIAS REFLEXÕES E IDEIAS QUE CULMINOU HOJE DIA 06/05 COM UM PEQUENO POEMA QUE SEGUE ABAIXO ENTRE AS IMAGENS.





 
 
 
 
SOBRE O MONUMENTO DOS PRACINHAS.
 
Ó praça!  Venho aqui  casualmente e ao mesmo tempo sinto-me trazido, a este ambiente onde deitas sob honrado monumento que lhe honra, por causa de vasto conflito altamente hostil, que levara tu jovem varonil, a vestir-se de verde oliva e ou de azul celestial a sobrevoar céus estrangeiros, longe do território brasileiro pela FEB força do Brasil
Sei que se fosse possível evitar provavelmente evitaria, mas tenho a imaginável certeza que a força celestial para isto interviu, como sempre de modo imperceptível a deter o livre arbítrio dos comandos nesta grande guerra em que a dor em muitos peitos se encerra.
 
Estou aqui a visitar o descanso de vosso corpo, a pisar este chão sagrado, ó brasileiro! Regozijo-me em ti na paz que vivo agora, obrigado meu soldado em nome de Deus por esta Glória.
 Ruy de Oliveira Costa.

poeta em harmonia no ambiente de herois

poeta se insere na arte do jardim.




sexta-feira, 3 de maio de 2013

EXPOSIÇÃO DE IDEIAS REFLEXIVAS


____ Deus nos fez, quem fez Deus ?  Explica-se um ponto de vista sobre isto,  se fez a si mesmo, aprofundando mais esta lógica advir que o que conhecemos biblicamente como pai, filho, e espirito santo sejam essência que subdivididas caracterizavam ou configuravam  o nada na sua inércia, ainda assim, se assim pode se dizer visualizava-se sua extensão ou seja sem principio e sem fim, a mobilização de uma ou todas subdivisões provocou a integração total destas essências vitais , razão de tudo e de todos.   
 
 
 
(Texto retirado do livro intitulado NADA, Ruy de Oliveira Costa, 2008)
obra esgotada.